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Mercado internacional de açúcar inicia ano em baixa

O mercado internacional de açúcar iniciou o ano com baixa nas duas principais bolsas mundiais da commodity

O mercado internacional de açúcar iniciou o ano com baixa nas duas principais bolsas mundiais da commodity. Segundo analistas ouvidos pela Reuters, os negociantes avaliam “os desenvolvimentos políticos baixistas no Brasil e melhores perspectivas de safra na Índia e na Tailândia”. Em Nova York, na ICE Futures, o açúcar bruto caiu em todos os lotes nesta terça-feira (3). O vencimento março/23 foi contratado a 19,70 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 34 pontos no comparativo com a sessão anterior. Já a tela maio/23 caiu 28 pontos, negociada a 18,44 cts/lb. Os demais vencimentos recuaram entre 10 e 21 pontos.

Ainda segundo a Reuters, os comerciantes notaram que o real do Brasil enfraqueceu após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “quando ele estendeu a isenção do imposto sobre combustíveis, o que poderia levar as usinas de cana a produzirem mais açúcar e menos etanol derivado da cana”.

“Isso manterá as usinas concentradas no açúcar, embora a paridade do hidratado já estivesse apontando as usinas nessa direção”, disse um corretor de açúcar dos EUA para os analistas da Agência Internacional de Notícias.

Londres

Em Londres a terça-feira também foi de baixa em todos os vencimentos da ICE Futures Europe. O lote março/23 caiu 6,90 dólares, negociado a US$ 547,50 a tonelada. Já o lote maio/23 foi contratado a US$ 527,30 a tonelada, recuo de 7,10 dólares no comparativo com a sessão anterior. Os demais vencimentos caíram entre 1,50 e 6,10 dólares.

Mercado doméstico

No mercado interno a terça-feira foi de estabilidade nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 136,51, mesma cotação de segunda-feira.

Etanol hidratado

Já o etanol hidratado registrou a segunda perda consecutiva semanal pelo Indicador Diário Paulínia nesta terça-feira. O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.945,50 o m³, contra R$ 2.961,50 o m³ praticado na segunda-feira, desvalorização de 0,54% no comparativo.

Fonte: Agrolink

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