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Frutas têm elevação de preço no mês

Maçã, mamão e melancia, que se encontram em um momento de baixa oferta nacional, ficaram mais onerosos

Maçã, mamão e melancia, que se encontram em um momento de baixa oferta nacional, ficaram mais onerosos para compra nos mercados atacadistas em fevereiro. É o que aponta o 3º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Para a maçã foi registrada pequenas elevações na maior parte das Ceasas, especialmente as variedades fuji e gala, com leve aquecimento da demanda. Segundo associação de produtores, há possibilidade de quebra de safra para a próxima temporada. O mamão foi menos comercializado, mas ainda com preços altos na maioria das Ceasas. “A demanda esteve estagnada e os custos dos produtores foram elevados. Além disso, as exportações caíram”, explica o gerente substituto de Estudos do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Arthur Vasconcelos. “Já a melancia, as regiões baianas e paulistas começaram a elevar levemente a oferta da fruta, mas ocorreu diminuição da produção gaúcha e a demanda interna ainda está restrita. As exportações permaneceram em bons patamares”.

Outras frutas analisadas, como banana e laranja, não tiveram um comportamento uniforme nas cotações. No caso da banana, a variedade nanica esteve mais em conta e funcionou como freio aos aumentos da variedade prata, em período de entressafra. “A laranja teve redução da oferta no atacado, mas ainda sem repasse aos consumidores, em grande parte por causa da demanda no varejo se comportar de forma restrita”, afirma o superintendente de Estudos Agroalimentares e da Sociobiodiversidade da Conab, Marisson Marinho.

Veja o resumo:

Banana

Foi registrada elevação da comercialização junto à razoável demanda na maioria das Ceasas. A banana nanica, mais em conta, funcionou como freio aos aumentos de preços da variedade prata, em período de entressafra. As exportações foram positivas, destinadas principalmente ao Mercosul.

Laranja

Houve redução da oferta no atacado sem repasse de preços automático aos consumidores, em grande parte por causa da demanda no varejo se comportar de forma restrita. O fechamento dos contratos com a indústria esteve lento. As exportações foram baixas e assim devem permanecer por causa da baixa oferta.

Maçã

Foi registrada oferta controlada conjugada a pequenas elevações de preços na maior parte das Ceasas, em decorrência da baixa oferta tanto da variedade fuji quanto da gala e ao leve aquecimento da demanda. Segundo associação de produtores, há possibilidade de quebra de safra para a próxima temporada. As exportações continuaram satisfatórias.

Mamão

Diminuição da comercialização e alta dos preços na maioria das Ceasas, com restrição de oferta de ambas as variedades. A demanda esteve estagnada. Os custos dos produtores foram elevados. As exportações caíram.

Melancia

Ocorreram aumentos de preços e a queda da comercialização no atacado. Regiões baianas e paulistas começaram a elevar levemente a oferta da fruta, em meio à diminuição da produção gaúcha e da demanda interna ainda restrita. As exportações permaneceram em bons patamares.

Fonte: Agrolink

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